O registro nasce no ponto de trabalho, e a informação chega na hora da decisão.
Supply chain, equipes de campo e time comercial trabalham onde o sistema não chega. A pessoa executa o serviço, anota no papel ou na planilha e volta ao desktop horas depois para registrar o que aconteceu, de memória. Na outra direção falta o mesmo: preço, especificação, estoque, manual técnico e próxima etapa do processo ficam num sistema que não responde fora do escritório, e quem está na ponta decide sem eles.
Construímos a ferramenta que roda no dispositivo que a pessoa já tem, desenhada para o fluxo daquela equipe e conectada aos sistemas corporativos. O registro entra uma vez, no momento em que o trabalho acontece. A consulta acontece no mesmo lugar, sem depender de ligar para alguém. As etapas que existiam só para repassar informação deixam de ser necessárias.
Medimos antes e depois, porque eficiência que ninguém consegue mostrar não conta. O ganho maior é outro: a operação passa a ser conhecida enquanto acontece, em vez de reconstruída no fim do turno.
Cada frente pode ser independente, ou parte de um projeto maior.
Construímos a aplicação que a equipe usa no lugar onde o trabalho acontece, com os campos daquele fluxo e nada além. O dado entra uma vez, no momento em que o serviço é executado, e segue para os sistemas corporativos sem passar por digitação posterior.
Levamos para a ponta a informação que hoje só existe no escritório: preço, especificação, estoque, histórico do ativo e estado do processo, consultáveis no mesmo aplicativo em que o trabalho é registrado. Com esse fluxo estabelecido, incluímos agentes que respondem perguntas sobre a operação e assumem parte das tarefas repetitivas.
Transformamos em regra do sistema as aprovações de rotina, o roteamento entre áreas e a cobrança do que está parado. O sistema executa essas etapas e aciona uma pessoa quando o caso sai do previsto.
O processo digitalizado passa a gerar dado próprio, e construímos sobre ele os painéis e indicadores da operação. A gestão acompanha tempo de ciclo, volume e gargalo direto da fonte, sem consolidação manual.
Modernizamos aplicações legadas que sustentam processos sólidos, mas rodam num stack sem suporte, difícil de alterar e caro de manter. Reescrevemos preservando as regras de negócio existentes e migramos por partes, com a aplicação antiga no ar até a substituição estar validada.
Quando o problema é sistema que não conversa com sistema, o trabalho é outro. Quando é modelo e painel sobre o dado já reunido, também.
Depois que o fluxo da equipe existe em sistema, a operação ganha um agente especializado nele.
Reunimos as fontes e preparamos o dado com regras de qualidade, normalização e deduplicação, em pipeline versionado e monitorado. É sobre essa base que o agente responde.
Organizamos o dado em camadas, do bruto ao tratado — como no padrão medallion. Na camada final ficam fixadas as definições de negócio que o agente usa.
Conectamos os sistemas transacionais por API e evento, com a latência que a decisão exige. O agente responde sobre o que está acontecendo agora.
Indexamos e versionamos manual técnico, especificação, contrato e procedimento. O agente responde a partir da revisão vigente e indica a fonte.
O agente responde dentro do que cada pessoa já tem direito de ver, com a permissão vindo dos sistemas de origem. Toda resposta e toda ação ficam registradas.
A fundação é engenharia de dados. Os dois serviços andam juntos, resolvendo problemas diferentes.
Data Analytics & IACatálogo de serviços e modelos de precificação em um agente que ajuda a montar a oferta.
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Explorar caseCaptura offline-first no site de fracking, com o dado chegando ao centro de controle cinco vezes mais rápido.
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O primeiro passo é acompanhar uma equipe no lugar onde ela trabalha.