Há mais de vinte anos construímos, integramos e sustentamos os sistemas que operações de energia usam todos os dias — plataformas centrais, aplicações de campo, dados e IA.
Operações de óleo e gás rodam distribuídas: ativos, equipes e sistemas espalhados por sites, bases e regiões que precisam funcionar como uma coisa só. No Brasil, isso acontece hoje sob expansão — novas plataformas entrando em operação e um volume de serviço crescendo mais rápido do que a estrutura que o sustenta.
O setor investe em digital há mais de uma década e o retorno nem sempre aparece. A Deloitte projeta 2026 como o ano em que analytics em tempo real e IA agêntica saem do piloto para a operação; levantamentos do setor mostram que menos de um terço das empresas de óleo e gás está satisfeita com o retorno do que investiu em nuvem, IA e tecnologia operacional. Por isso medimos o processo antes e depois, e entregamos em produção, com gente usando.
O que o setor busca agora é IA e eficiência. Entregamos as duas sobre o dado que a operação já registra: agentes que respondem a partir do manual e do histórico do ativo, previsão e priorização sobre o que o campo informa. É assim que a IA sai do piloto e passa a render dentro da operação.
Resultados medidos em produção, na operação de quem usa — cada um com o trabalho que o produziu.

O retorno tem que aparecer na conta da operação — por isso medimos o processo antes e depois de cada entrega.
Rastreamento de ativos, logística de insumos e registro em campo sobre Google Cloud, com captura offline-first no site de fracking. O dado do serviço entra uma vez, no ponto de trabalho, e chega cinco vezes mais rápido ao centro de controle.
Atendemos os três segmentos com as mesmas quatro frentes de trabalho, porque o problema é de operação distribuída.
Começamos acompanhando uma operação sua, e o primeiro fluxo vai para produção. Prova de conceito não é entrega.
Conversar com um especialista
Presença que entende. Tecnologia que entrega. Resultados que sustentam.