Construímos a visibilidade que atravessa esses limites, o registro que nasce onde a operação acontece e os modelos que antecipam o que vai faltar.
Atendemos as áreas de supply chain e logística dentro de indústrias que não vendem logística: operação de óleo e gás, manufatura, distribuição. E atendemos operações industriais no sentido de equipe em campo, manutenção e ativo em movimento — o mesmo desenho da operação de petróleo, aplicado fora dela.
O dado dessa operação nasce espalhado: no ERP, no sistema de transporte, no de armazém, no de manutenção, no equipamento em campo e na planilha de controle paralelo. Cada elo enxerga o próprio trecho e ninguém enxerga o percurso inteiro. Quando falta insumo, quando o ativo para ou quando a entrega atrasa, a informação chega depois do efeito.
Em 2026 a transição tributária somou a esse quadro a revisão da nota fiscal e do fluxo contábil, que atravessa exatamente as mesmas integrações.
Modelo avançado falha sobre dado sujo e disperso, e é por isso que a fundação sem glamour é o investimento que rende mais hoje. É também a ordem em que entregamos.
Reunimos as fontes da operação em uma base única, com regra de qualidade na entrada e a definição de cada métrica fixada uma vez. Sem isso as três etapas seguintes não se sustentam.
Entregamos o estado da operação em tempo real, atravessando sistemas e empresas diferentes. A equipe passa a acompanhar o percurso inteiro, e não o trecho de cada sistema.
Construímos os modelos que antecipam atraso, ruptura de insumo e falha de ativo sobre o histórico que passou a existir. O alerta chega antes de a produção sentir.
Automatizamos a decisão rotineira com agentes que atuam sobre essa base. O limite do que cada um resolve sozinho é acordado antes de entrar em produção.
as fontes da operação
O ERP enxerga o que é seu, e o percurso continua no sistema do transportador, do armazém e do fornecedor. Construímos a camada que reúne esses trechos em uma visão só, com o evento de cada elo chegando no mesmo lugar e no mesmo formato.
Pátio, rota, oficina e frente de serviço registram em papel e planilha, e o sistema recebe horas depois. Construímos o aplicativo que a equipe usa no ponto de trabalho, com fila local quando não há sinal e sincronização na ordem correta quando o sinal volta.
ERP, sistema de transporte, armazém e manutenção foram escolhidos em épocas distintas e não trocam informação entre si. Construímos a camada de orquestração acima deles, com contrato explícito por integração e monitoramento por fluxo.
A parada não avisa e o atraso do insumo só aparece quando a produção já sentiu. Construímos a previsão de falha e de ruptura sobre o histórico de ativo, rota e consumo, com alerta no momento em que o desvio começa.
Reunimos rastreamento de ativos, logística de insumos e registro em campo sobre Google Cloud. Ativos identificados por RFID, QR Code e GPS, entregas com cerca virtual por destino e prazo calculado sobre o estado atual, e o dado do pátio e da rota chegando ao centro de controle cinco vezes mais rápido.

O primeiro passo é mapear uma operação sua, de ponta a ponta.
Conversar com um especialista
Presença que entende. Tecnologia que entrega. Resultados que sustentam.