Construímos a plataforma de dados e os modelos que rodam em produção sobre o histórico que a sua operação já registra.
O dado da operação nasce em dezenas de lugares: sistemas transacionais, planilhas de acompanhamento, logs, sensores e arquivos que chegam por e-mail. Cada fonte tem o seu esquema, a sua granularidade e a sua definição do que é a mesma coisa. Quando alguém pergunta quanto foi o mês, três áreas respondem três números, e a conversa passa a ser sobre qual deles está certo.
Construímos a plataforma de dados que reúne essas fontes, com pipeline versionado, regra de qualidade aplicada na entrada e métrica definida uma única vez. Sobre essa base entram os painéis e indicadores que a operação usa todo dia, e os modelos de machine learning que preveem, classificam e priorizam. As fontes seguem sendo o registro oficial; o que construímos é a camada analítica acima delas.
Começamos sempre por uma decisão específica que hoje é tomada tarde ou no escuro: qual manutenção antecipar, qual pedido priorizar, qual cliente vai atrasar o pagamento. O escopo sai dessa decisão, e não do inventário de fontes disponíveis.
Cada frente pode ser independente, ou parte de um projeto maior.
Desenhamos e construímos a arquitetura na nuvem, em camadas que vão do dado bruto às tabelas de consumo. Quando já existe uma base legada, conduzimos a migração tratando primeiro o passivo, para que os problemas antigos não sejam reconstruídos no ambiente novo.
Automatizamos os processos de extração, transformação e carga que hoje dependem de planilha ou script manual, em lote ou em streaming. Cada execução é testada e orquestrada, e o time responsável é avisado quando uma carga falha.
Construímos painéis interativos e indicadores atualizados em tempo real sobre a mesma base que alimenta os modelos, com consulta em linguagem natural para as perguntas que ficam fora do painel. O time de negócio passa a responder as próprias perguntas sem depender de pedido de extração.
Construímos modelos preditivos, segmentação de clientes e aplicações de IA generativa sobre o histórico da operação: previsão de demanda, manutenção preditiva, detecção de fraude e risco de churn. Cada modelo é entregue integrado ao fluxo de trabalho em que a decisão acontece.
Aplicamos regras de validação, deduplicação e reconciliação entre fontes, com linhagem até a origem e catálogo com a definição de cada métrica. Controle de acesso, trilha de auditoria e observabilidade dos pipelines acompanham o dado em todas as camadas.
Quando o projeto também envolve construir software, o time de dados entra junto com a squad de desenvolvimento desde o começo, e a captura é desenhada com o produto em vez de remendada depois.
Mergulhamos na operação para mapear as dores, as fontes de dado disponíveis e onde o ganho aparece mais rápido. Sai daí a decisão que o trabalho vai atacar primeiro.
Desenhamos a solução na nuvem, com as decisões de armazenamento, escala, segurança e governança tomadas antes de escrever o primeiro pipeline. É aqui que entram os requisitos de LGPD e de acesso a dado sensível.
Construímos os pipelines de extração, transformação e carga, e consolidamos as fontes na base que passa a ser a referência única da empresa. O dado bruto vira dado confiável, versionado e testado.
Colocamos no ar o que a operação usa todos os dias: painel, indicador e modelo de machine learning rodando sobre a base construída. Cada entrega responde à decisão mapeada no discovery.
Base única de transações com validação e reconciliação automáticas, sustentando o fechamento e o relatório regulatório.
Explorar caseMúltiplas fontes de laboratório consolidadas em uma base orientada a eventos, com o status de cada amostra atualizado continuamente.
Explorar caseDado de doação, recorrência e canal reunido em uma base única, com o desempenho da captação acompanhado por indicador em vez de planilha.
Explorar caseEnergia e óleo e gás · Logística e operações industriais · Financeiro e fintech · Indústria · Biotecnologia e saúde
O primeiro passo é escolher uma decisão que hoje é tomada tarde ou no escuro.